Panmela começou a
grafitar nos muros do Subúrbio do Rio de Janeiro, com desenhos que falam sobre
sexualidade, igualdade e de como combater a violência doméstica sofrida pelas
mulheres. O trabalho foi descoberto por uma organização americana feminista e,
logo, a grafiteira foi convidada a pintar em diversos países.
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Panmela Castro. Foto: Reprodução/Anarkia Boladona. |
A artista trabalha,
ainda, com um projeto social que usa o grafite para valorizar as mulheres. Panmela
é fundadora e presidente da Rede NAMI – uma rede feminista lançada em 2010, que
usa as artes urbanas para promover os direitos das mulheres.
No início deste ano, Panmela
entrou na lista da revista americana Newsweek
como uma das 150 mulheres com coragem e vontade para mudar o mundo. Além
dela, a presidente Dilma Roussef foi a única brasileira eleita.
É
possível conhecer o trabalho da grafiteira através do seu blog,
clicando aqui. Saiba mais sobre Panmela na reportagem feita pelo Jornal Hoje,
da Rede Globo:
Por Amanda Julieta.
Oieee! Adorei ter encontrado esse blog! Admiro muito os trabalhos em grafite e estou seguindo pra poder acompanhar seu trabalho. Gostaria que conhecesse meus blogs: um é sobre artesadato e outras coisinhas, o É Feito com Amor. e outro é sobre rock e metal independente do Rio de Janeiro, o Rio de Metal. Vou ficar muito feliz com sua visita!