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    Grafiteira manauense integra a cena do grafite de Salvador. Confira!












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sábado, 9 de março de 2013

Confira o documentário "A Rua é Delas"

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O documentário "A Rua é Delas" integra um kit multimídia de jornalismo com o tema "A Mulher na Produção do Grafite de Salvador". O projeto é resultado do trabalho de conclusão do curso de Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pelo Centro Universitário Jorge Amado e traz entrevistas com as grafiteiras RBK, Monica e Chermie, além do grafiteiro Julio Costa. As entrevistas foram feitas entre agosto e novembro de 2012. Confira:




  Clique para assistir
Por Amanda Julieta.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Programa 3x1 traz discussão sobre o grafite

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O programa 3x1, exibido pela TV Brasil, levou ao ar no último dia 26 uma discussão interessante sobre o grafite brasileiro.  O jornalista Luiz Carlos Azedo recebeu Pamela Anarkia, Marcelo Ment e Erko da BF como convidados. Os três fazem parte de uma nova geração de artistas que conquistaram o mundo com seus trabalhos e estão ajudando a mudar a cara do grafite.

Assista ao programa na íntegra:

Clique para assistir

Por Amanda Julieta.
Imagem: Pamela Anarkia, Marcelo Ment e Erko da BF na TV Brasil/Divulgação.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Carioca Panmela Castro usa o grafite para promover os direitos da mulher

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Quem ainda não conhece a grafiteira Anarkia Boladona, está perdendo arte engajada de primeira qualidade. A mulher por trás da tag é a carioca Panmela Castro, que ganhou o mundo através do grafite, utilizado por ela para denunciar questões importantes como a discriminação e a violência contra a mulher.

Panmela começou a grafitar nos muros do Subúrbio do Rio de Janeiro, com desenhos que falam sobre sexualidade, igualdade e de como combater a violência doméstica sofrida pelas mulheres. O trabalho foi descoberto por uma organização americana feminista e, logo, a grafiteira foi convidada a pintar em diversos países.

Panmela Castro. Foto: Reprodução/Anarkia Boladona.
A artista trabalha, ainda, com um projeto social que usa o grafite para valorizar as mulheres. Panmela é fundadora e presidente da Rede NAMI – uma rede feminista lançada em 2010, que usa as artes urbanas para promover os direitos das mulheres.

No início deste ano, Panmela entrou na lista da revista americana Newsweek como uma das 150 mulheres com coragem e vontade para mudar o mundo. Além dela, a presidente Dilma Roussef foi a única brasileira eleita.

É possível conhecer o trabalho da grafiteira através do seu blog, clicando aqui. Saiba mais sobre Panmela na reportagem feita pelo Jornal Hoje, da Rede Globo:


Por Amanda Julieta.

domingo, 16 de setembro de 2012

Grafiteiras pela Lei Maria da Penha

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"Grafiteiras pela Lei Maria da Penha" é um projeto de grafiteiras cariocas que se uniram para conscientizar a sociedade através do grafite e do movimento hip hop. Durante algumas datas de 2008, elas percorreram comunidades do Rio de Janeiro visando divulgar e apoiar essa lei que protege a mulher da violência física em todo o país. Veja o vídeo do projeto:



Por Maurício Luz.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Grafite toma conta dos muros de Salvador

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Antes de entrar no universo do grafite feminino em Salvador, é preciso conhecer um pouco a história da chegada dessa manifestação artística à capital baiana. Uma vez que não seria possível falar sobre as grafiteiras, sem antes conhecer o cenário local e meio em que elas se inserem. 

Foto: JFParanaguá/ Divulgação.

 A arte de origem estadunidense chegou com força à Bahia durante a década de noventa, ainda tratado como vandalismo, como agressões ao espaço urbano da cidade e por muito tempo assim permaneceu. As comparações com a pixação eram inevitáveis, e segundo o grafiteiro Eder Muniz a única coisa que as diferencia é a escala de cores. Um tende a ser monocromático e o outro colorido, mas ambas são formas de expressarem suas emoções e insatisfações.

Aqueles que começaram a grafitar nesse período tiveram que enfrentar, além do preconceito costumeiro, a falta de material de qualidade para trabalhar, pois não existia no mercado baiano sprays e tintas especificas para a atividade. Apesar das dificuldades aqueles que se empenharam e prosseguiram, puderam colher os frutos de seu trabalho.

Em 2005 a prefeitura de Salvador, sob a gestão do Prefeito João Henrique, deu inicio ao Projeto Salvador Grafita. Um dos principais objetivos do projeto era estimular jovens grafiteiros a se desenvolver artisticamente, aprimorando suas formas de expressão, conseguindo produzir uma arte mais elaborada, com mais conteúdo e consciência social. O projeto fez intervenções em viadutos, escolas, hospitais e outras áreas públicas da capital baiana, da Orla, ao Subúrbio Ferroviário. A partir desse período a cidade passou a olhar o grafite com outros olhos, e varias portas foram abertas para os grafiteiros soteropolitanos.

Para conhecer mais sobre essa história, e conhecer alguns dos grafiteiros que participaram desde o inicio do processo é possível assistir ao documentário Grafite SSA, produzido por Leandro Uema no ano 2011. O documentário é composto de vários depoimentos pessoais, e está disponível no Youtube e também aqui no blog.



Por Adson Barros